domingo, 29 de março de 2015

Mataram-no




Mataram o meu amor...
Fizeram questão de assassinar...
O meu coração tolo...
Que só fazia questão de saltitar
Em direção ao mundo que me encantou e me esqueceu...
Que me feriu a ferro e fogo...
E o meu espírito sinceramente gemeu, e geme de dor...
Só me aprisionaram...
Nas teias sagazes da penumbra de uma manhã...
De saudades e de afã estéril e resoluto...
No inculco de um homem tonal...
De desforme coração esfumaçado de preto...
E coberto de sangue e repleto de sincera dor, cruel e cabal desse jeito...
Paulo Jorge.
Maceió- AL 21/03/2015

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