sábado, 15 de março de 2014

Sono



Na vasta mansidão dos meus pensamentos
Na torrente lentidão da minha alma
Me entrego aos doces sonhos do sono e do momento
Repouso livre que por um período me acalma

Reenergizar os pontos do meu corpo
Revitalizar as fontes da minha alma
Alinhando os Chacras dos meus sentidos...
Através da doce melodia da mística flauta

Viajar por longínquos horizontes
Da ponta do monte ao do centro da terra
Beber a água da sagrada fonte
Aonde as asas do desconhecido plano em que seus afetos se encerram...

Sondar a divina sabedoria
Que se comprova através do momento em que os olhos se abriram
Para um mundo complexo e repleto de esplendorosas trajetórias
Que o repouso noturno oferece, nobremente se auferiram...

Paulo Jorge

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